(Pedro Paulo T. de Oliveira)
Do sonho de Zeferino Vieira
Nasceu Gilbués, garbosa e altiva
Fazenda, vila, cidade ordeira
Eternamente uma sempre-viva
Abraçaste malhadas, chapadas, tabuleiros
Pronta estás aos desafios do porvir
Vencerás desertos traiçoeiros
Nadarás no Parnaíba, Gurgueia e Uruçuí
Carregas sangue de índio, oh guerreira!
Da feroz tribo Gilbués herdaste o nome
Avante município de longa fronteira
Te aguarda um futuro de renome
Lugar de fé e de esperança
Quem quer paz encontra aqui
Do Extremo Sul és ponta de lança
Deste ponto nasceu nosso Piauí
Coronéis, vaqueiros, bandeirantes
Garimpeiros da pioneira Goianinha
Descobriram os primeiros diamantes
Para coroar Gilbués nossa rainha
És tua, és minha
Gilbués, eterna rainha!
