sábado, 3 de março de 2018

Pequenos agricultores são beneficiados com gradeação do solo no município de Gilbués



Comunidades como Vaqueta, Gavião, Canto de Palha, Craúno, Atoladeira, Cacimbas e Buriti já foram beneficiadas com os serviços de gradeação do solo.  O trabalho é uma parceria entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Agricultura, e os pequenos agricultores do município de Gilbués, e tem como objetivo preparar a terra para o plantio de culturas como milho, abóbora, melancia, feijão, entre outras.
O secretário de Agricultura, Fabriciano Neto Cunha Corado, ressalta que será intensificado cada vez mais a parceria entre a prefeitura municipal, através da secretaria de agricultura e os pequenos produtores rurais do município.




Fabriciano  Neto, secretário de agricultura 






Prefeitura de Gilbués e comunidades Marmelada, Compra Fiado e Parentina criam Associação Quilombola

Comunidade Marmelada em Gilbués-PI
A Prefeitura de Gilbués juntamente com as comunidades Marmelada, Compra Fiado e Parentina, criaram a Associação dos Remanescentes dos Quilombos destas comunidades. A Associação trará diversos benefícios aos moradores destas localidades.

O Programa Brasil Quilombola foi lançado em 12 de março de 2004, com o objetivo de consolidar os marcos da política de Estado para as áreas quilombolas. Como seu desdobramento foi instituída a Agenda Social Quilombola (Decreto 6261/2007), que agrupa as ações voltadas às comunidades em várias áreas, conforme segue:
Eixo 1: Acesso a Terra – execução e acompanhamento dos trâmites necessários para a regularização fundiária das áreas de quilombo, que constituem título coletivo de posse das terras tradicionalmente ocupadas. O processo se inicia com a certificação das comunidades e se encerra na titulação, que é a base para a implementação de alternativas de desenvolvimento para as comunidades, além de garantir a sua reprodução física, social e cultural;
Eixo 2: Infraestrutura e Qualidade de Vida – consolidação de mecanismos efetivos para destinação de obras de infraestrutura (habitação, saneamento, eletrificação, comunicação e vias de acesso) e construção de equipamentos sociais destinados a atender as demandas, notadamente as de saúde, educação e assistência social;
Eixo 3: Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Local - apoio ao desenvolvimento produtivo local e autonomia econômica, baseado na identidade cultural e nos recursos naturais presentes no território, visando a sustentabilidade ambiental, social, cultural, econômica e política das comunidades;
Eixo 4: Direitos e Cidadania - fomento de iniciativas de garantia de direitos promovidas por diferentes órgãos públicos e organizações da sociedade civil, estimulando a participação ativa dos representantes quilombolas nos espaços coletivos de controle e participação social, como os conselhos e fóruns locais e nacionais de políticas públicas, de modo a promover o acesso das comunidades ao conjunto das ações definidas pelo governo e seu envolvimento no monitoramento daquelas que são implementadas em cada município onde houver comunidades remanescentes de quilombos.
A coordenação geral do Programa é de responsabilidade da SEPPIR, que atua em conjunto com os 11 ministérios que compõem o seu Comitê Gestor. Contudo, cabe ressaltar que as ações executadas por diversas vezes extrapolam a competências desses órgãos. Nesse sentido, conforme necessário, são estabelecidas parcerias com outros órgãos do Governo Federal.
A Gestão Descentralizada do PBQ ocorre com a articulação dos entes federados, a partir da estruturação de comitês estaduais. Sua gestão estabelece interlocução com órgãos estaduais e municipais de promoção da igualdade racial (PIR), associações representativas das comunidades quilombolas e outros parceiros não-governamentais.
A SEPPIR tem acompanhado e estimulado a instituição de Comitês Gestores Estaduais, sendo que, até o presente momento, foram iniciados processos de constituição dessas instâncias estaduais, sendo algumas já formalizadas por decreto do Governador, em 05 Estados: Alagoas, Amapá, Goiás, Paraíba, Paraná. Os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo estão em fase de conclusão desse processo. Nessa perspectiva foram criados os Seminários de Ações Integradas do PBQ, visando a consolidação dos Planos Estaduais de Ações Integradas do Programa.
Interface com PPA 2012-2015
A pauta das comunidades quilombolas entrou no PPA pela primeira vez na peça de 2004-2007. De lá pra cá os dados apontam que houve um notório crescimento da inclusão das demandas quilombolas, refletido também nas ações orçamentárias.
O Plano Brasil Maior - PPA 2012-2015, no programa temático 2034 - Enfrentamento ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial, de execução da SEPPIR, prevê iniciativas de coordenação, monitoramento e avaliação das ações governamentais voltadas para as comunidades quilombolas.
Além disso, as ações para comunidades quilombolas estão previstas de forma explícita em mais 14 programas temáticos, contemplando iniciativas de praticamente todos os ministérios que compõem o Comitê Gestor do PBQ.



sexta-feira, 2 de março de 2018

Eletrobras Piauí energiza novo ponto de suprimento de energia elétrica


A Eletrobras Distribuição Piauí energizará novo ponto de suprimento de energia em Gilbués, região sul do Estado.
Para possibilitar a execução do serviço, será necessária a suspensão do fornecimento de energia elétrica, no horário de 5h30 as 6h30, nas zonas urbana e rural dos Municípios de Gilbués, Barreiras do Piauí, São Gonçalo do Gurgueia, Monte Alegre, Santa Filomena, Corrente, Cristalândia e Sebastião Barros.             
Com a nova fonte de suprimento, energia elétrica distribuída para os consumidores dessa região terão melhores níveis de tensão, com consequente reflexo na continuidade do serviço.

Fonte: Eletrobrás PI

Pesquisadora contesta desertificação na região Sul do Piauí

Maria Antunes Suertegaray, pesquisadora


A pesquisadora do Rio Grande do Sul, doutora em Geografia, Maria Antunes Suertegaray, contesta a desertificação no Piauí. Ela está em Teresina e irá acompanhar uma pesquisa em campo na região de Gilbués, no Sul do Estado. Ela é orientadora de um aluno do Piauí que estuda o processo de desertificação. Os estudos fazem uma comparação desse processo que ocorre no Piauí e em todo o país.
Maria Antunes, em entrevista ao Jornal do Piauí, nesta sexta-feira (02), explicou que a “desertificação é um conceito construído na época de 1987, mas que vem sofrendo transformações no campo técnico-cientifico e, atualmente, se considera que desertificação é um processo de erosão do solo, decorrentes da atividade humana restritos a determinados ambientes climáticos”.
Ela esclareceu que a região de Gilbués, embora o Ministério do Meio Ambiente a coloque no mapa de desertificação, do ponto de vista climático lá é tropical sub-úmido.  Então, "se entende que lá não é tão seco como se imagina”, conta a pesquisadora. Logo, “não seria seco ao ponto de se englobar nesse conceito de desertificação”. Por isso, a contestação já que a precipitação média anual é de 1.200 mm.
“Essa área passa sim por um processo de erosão significativa do solo; e essa erosão se expressa na natureza de grandes ‘sugus’ , por onde flui a água, o que localmente é conhecido como ‘grotas’. Agora, o que se observa, é que esse ‘sugus’ é devido a água, são fluxos hídricos. É claro que como a região tem um fluxo de chuva (dezembro, janeiro e fevereiro) será nesse período que ocorrerá maior intensidade do processo de desertificação. E esse material é levado, a partir desses fluxos, o canal das grotas se aumenta e a tendência é o assoreamento dos rios temporários da região”.  
“A gente levanta algumas hipóteses se seria ou não desertificação como ele é difundido no estado do Piauí e no Brasil. Estamos trabalhando conjuntamente em Porto Alegre um grupo que discute a desertificação. A gente faz um comparativo com o que ocorre lá e que ocorre aqui”, comentou a especialista.
Alguns pesquisadores estudam que  o processo de desertificação em Gilbués seria decorrente da mineração do diamante.  Outro ponto discutido pela pesquisadora é o processo de reversão da desertificação.  “Quando o problema é decorrente da própria dinâmica da natureza e pode ser intensificada pela atividade humana, isso se torna mais complexo”.

Fonte: CidadeVerde

quinta-feira, 1 de março de 2018

Prefeitura de Gilbués inicia trabalho de recuperação de estradas vicinais do município


A prefeitura de Gilbués iniciou trabalho de recuperação de algumas estradas vicinais do município. Após as fortes chuvas ocorridas na região, determinados trechos de estradas do interior ficaram praticamente intransitáveis, segundo o secretário municipal de administração Wolmer Matos, nesse primeiro momento será dada prioridade aos trechos mais castigados pelas chuvas, como por exemplo trechos da estrada que liga a sede do município à localidade enseada, que estavam praticamente intransitáveis, como na subida ladeira de fita, que já foi recuperada.


Fonte: Ascom